Tarot

Seja jogo de cartas, jogo de búzios, jogos Tarot ou taróloga.

As cartas do Tarô/TAROT são símbolos mágicos, capazes de acessar nossas questões e conteúdos inconscientes. Com o Tarô/TAROT, podemos entender melhor nosso momento e o que se passa em nossa vida – interna e externamente.

Mas para que isso seja possível, é necessário saber interpretar este conhecimento tão antigo e especial. E é isso que faz uma taróloga: interpreta, ou traduz símbolos que refletem aquilo que, naquele momento, precisamos saber.

E ser taróloga não é simples. É necessário estudo, conhecimento e dedicação. É importante ter o conhecimento apropriado em relação a esta linguagem, além de muita prática.

Responsabilidade e ética, qualidades tão importantes nos dias de hoje, também devem estar presentes.

Em minha opinião, é possível a leitura das cartas de duas formas: embasando-se única e exclusivamente na teoria, ou apenas utilizando a intuição. No entanto, a Orientadora Espiritual domina a teoria e utiliza sua intuição. Conhece a teoria, sabe o que o conteúdo de cada carta tem a dizer, mas segue também sua intuição e sensações, que geralmente são despertadas quando estamos neste caminho.

Mais para a Orientadora Espiritual, para escolher um bom tarólogo não basta o conhecimento e a intuição, é necessária muita prática antes de fazer a leitura de tarô/tarot para outras pessoas. Devemos ter em mente o tamanho da responsabilidade que temos ao dizer algo a alguém. Justamente por isso, é preciso saber o que e como falar.

Obviamente, por razões éticas, a Orientadora Espiritual, fala tudo aquilo que está dito nas cartas. Mas sabe como dizê-las. Ela afirma que como taróloga, somos conselheiras, orientadoras. Mas, antes de tudo, intérpretes.

Estamos diante do cliente interpretando as indicações de como se sente e do que tende a acontecer. Mas cabe ao cliente, e somente a ele (a), decidir o que fazer com toda e qualquer informação que passarmos para ele (a). Jamais interferirmos de maneira incisiva em suas escolhas, forçando-o por um ou outro caminho.

Apenas, de forma objetiva, direta e, algumas vezes sutil, orientamos sobre o que não está sendo olhado e consideramos todas as possibilidades presentes, sem nunca tomar uma decisão pelo outro, pois traríamos para si grande responsabilidade.

Apesar de saber que existem vários profissionais atuando nesta área, a Orientadora Espiritual, aconselha tomar cuidado, pois esta isso é uma grande deficiência existente na formação de alguns “tarólogos”. O saber lidar com pessoas, de forma ética e responsável.

AOrientadora Espiritual é uma profissional formada e habilitada pelos órgãos competentes, acredita que ser tarólogo é tão sério e respeitável como qualquer outra, merecendo o devido respeito e reconhecimento. Pois exigi muito estudo, prática e responsabilidade. Além da sensibilidade, indispensável para lidar com pessoas.

E precisa haver fé para consultar as cartas?

Não. O que sair nelas é o que sairia você acreditando ou não. De todo modo, será mais útil considerarmos os conselhos do que simplesmente nos fecharmos a novas possibilidades. Apesar disso, cada um acredita num mecanismo por trás do jogo de Tarô, que faz com que as cartas certas saiam para retratar aquela pessoa específica que o questiona.

Os junguianos podem dizer que se trata do inconsciente coletivo, que conecta as mentes de todos nós. Outros falarão da questão energética, que faz o consulente (e até mesmo o tarólogo) puxar as cartas certas. Os espiritualistas dirão que são espíritos protetores que “sopram” qual é a carta a ser tirada. Os céticos talvez digam que é a probabilidade ou mero acaso, ou que a pessoa se auto-induz.

O fato é que, na prática, funciona independente de sua fé, e muitas pessoas são ajudadas e passam a ter mais consciência de suas ações, pensamentos e sentimentos. No fundo, fazer uma consulta de Tarô é fazer uma terapia ou, pelo menos, se reservar um momento para reflexão, mesmo que seja para decidir coisas corriqueiras, como fechar um contrato, viajar esta semana ou na próxima, vender um imóvel, etc.

Enfim, ler cartas não pode mais ser confundido com magia, superstição, engodo, brincadeira, misticismo, adivinhação ou amarrações: tarólogo é quem interpreta os símbolos das cartas de Tarô para responder perguntas de seus consulentes.

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